“Sem trabalho eu não sou nada”

Publicado 3 de junho de 2013 por Laís Maria

Uma profissão. Um emprego. Quem não sonha com o seu? Ter aquela grana para comprar um celular novo, pagar a cervejinha do final de semana ou apenas para ter o chamado dinheiro para emergências? Um emprego, porém, significa mais do que isso. Estabilidade, satisfação e segurança são palavras-chave na hora de se falar em tal assunto. E não muito, mas completamente diferente, é a definição de profissão. Fazer o que se gosta e correr o risco da instabilidade financeira ou ter uma renda satisfatória em algo que, porém, não o agrada?
Aqui conheceremos quatro garotas de diferentes áreas e profissões, mundos opostos, e saberemos como elas se sentem quando o assunto é trabalho.

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BRISA

Hum, vamos que vamos então! Descrição de mim mesma, por incrível que pareça, essa não é tão difícil, não mais hoje em dia, pelo menos. Para mim, sou alguém que veio de fora desse mundo, com toda a certeza eu afirmo que não sou daqui. Mas de onde eu sou eu não sei dizer. Só sei que para mim muita coisa neste mundo está errada, por isso sofro tanto, mas também algumas coisas que Deus me forneceu para viver aqui me fazem muito mais do que feliz, como minha família, os amigos. O que importa é que por enquanto estou conseguindo sobreviver aqui, e sobreviverei enquanto Deus assim me permitir e desejar. De qualquer forma, diferente, estranha, esquisita, ou até vezes maluca resume bem o que eu sou, com minha própria maneira de ver o mundo, me tranco dentro do meu próprio mundo onde consigo assimilar melhor as coisas. A melhor palavra, observando tudo isso, seria “estrangeira”, pois é assim que me sinto aqui. Gosto daquela frase da Tati Bernardi que diz: ” Maluca? Nas raras vezes que sou séria, me sinto tão maluca, que devo ser sempre maluca.”
Qual o trabalho exercido? Atualmente trabalho como editora de imagens na TV Câmara de Marília, e tenho minha própria produtora independente chamada “Pasárgada Filmes”, com a qual faço meus curta-metragens, documentários, institucionais, videoclips e demais trabalhos audiovisuais.
Qual é a renda mensal (aproximada)? Renda mensal varia de acordo com o faturamento da produtora, que na verdade tem como objetivo muito mais a satisfação profissional e pessoal do que ganhar dinheiro. Mas tudo gira em torno de R$ 2.500,00 eu creio.
Você aprecia o que faz? Trabalhar com Cinema e TV é a melhor coisa para mim, por amar tanto o que faço, já superei e vivo superando muita dificuldade, coisa que não conseguiria se não fosse realmente apaixonada por isso.
Se pudesse, trocaria de profissão? Não sei, posso até tentar trabalhar com mais alguma coisa nesta vida hehe Mas acho que jamais deixaria a minha profissão totalmente.
Se pudesse definir seu trabalho em apenas uma palavra, qual seria? Amor. Essa é a palavra. Já diz aquela frase: ” Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.” Confúcio Amor é e sempre será a grande chave para todas as coisas da vida.
http://www.youtube.com/user/ettelealefay

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HELANA

Ah descrição é Freud! Mas vamos lá. “Me chamo Helana O’hara Heck, mas pode me chama só de Lana, Helana, tanto faz! Eu acho que essa frase da Danuza me descreve melhor do que eu mesma poderia: Sou tímida, quem diria, e me sinto desconfortável no meio de muita gente. Não sei ter relações meramente sociais: fico amiga ou não fico nada, o tititi mundano está acima de minhas capacidades. Adoro estar nos lugares, olho tudo, sou curiosa, gosto de ouvir o que as pessoas dizem, mas, quando elas são muitas, eu preferia ser uma mosca.” {Danuza Leão}
Qual o trabalho exercido? Eu sou artesã e blogueira. O segundo está difícil ainda de aceitar, mas aos poucos me acostumo com o “blogueira”
Qual é a renda mensal (aproximada)? Vixê depende muito do tanto de trabalho que tenho para fazer no mês. Varia muito entre 530,00 – 1.000
Você aprecia o que faz? Eu amo costurar! Amo quando envio uma encomenda e a pessoa me retorna falando que foi muito mais do que ela imaginava. Como blogueira eu amo comentários das pessoas falando que esperavam a minha resenha de tal livro, ou um e-mail falando que adora meu blog.
Se pudesse, trocaria de profissão? Se pudesse eu seria bibliotecária ou trabalharia em uma galeria de artes
Você se sente livre para opinar e ser criativo em seu trabalho? Eu acho que sou super criativa em meu trabalho É algo que posso ser, bem livro tanto com o blog, tanto com o artesanato.
O que mais lhe agrada em seu trabalho? E o que mais desagrada? Já falei no item três o que mais gosto. O que mais desagrada é quando envio uma encomenda e só depois que a pessoa receber vem reclamar que “queria isso ou aquilo”, raras vezes aconteceu isso, mas é normal né? Sempre perguntou se a pessoa quer outra coisa e tudo mais. Ás poucas vezes que aconteceu foi chato e também quando dizem que meus produtos são caros, duas vezes reclamavam e fiquei bem chateada pois faço tudo a mão e isso dá um trabalho danado Como blogueira acho que o mundo da Blogosfera literária tem ficado muito mesquinho. Falta de respeito é grande, no demais é isso.
http://intheskyblog.blogspot.com.br/
http://epetites.blogspot.com.br/

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LAYS

Me chamo Lays José Veloso, tenho 23 anos, e moro com meus pais e minha irmã mais velha. Sou solteira, nada popular e não muito sociável. Poucas coisas me fascinam na vida e, uma delas é o cinema.
Qual o trabalho exercido? Faço faturamento em um escritório de prestação de serviços terceirizados.
Qual é a renda mensal (aproximada)? Minha renda é de aproximadamente R$ 1.000 por mês.
Você aprecia o que faz? Caí um tanto de gaiato nessa profissão, não era a que tinha em mente na minha época de colégio mas não me arrependo de estar nela por 3 anos.
Se pudesse, trocaria de profissão? Sim, se pudesse trocaria. Chega uma hora na vida em que precisamos buscar novos ares, conhecer outras profissões e ambientes de trabalho.
O que mais lhe agrada em seu trabalho? E o que mais desagrada? O bom da minha profissão é que não preciso lidar com um número grande de pessoas e a maioria delas são através de email ou telefone, o que é muito bom pra alguém introvertida como eu. O que mais me desagrada é a pressão devido aos prazos. Muitas vezes vivemos correndo contra o relógio.
Se pudesse definir seu trabalho em apenas uma palavra, qual seria? Estressante.
Você se sente realizado em seu trabalho? Me sinto realizada por fazer bem meu trabalho.
Você se sente livre para opinar e ser criativo em seu trabalho? Não há muito o que opinar pois já existe um padrão a ser seguido, não dá pra modificá-lo.
Se sente motivado a chegar ao seu local de trabalho? Até o momento, sim.
https://www.facebook.com/sweetplenti

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MICHELLE

Vamos lá para uma descrição. Eu tenho 25 anos, moro sozinha desde os 17, e as vezes me arrependo disso. Minha galera de amigos são todos mais novos, mas eu não me importo. Faço faculdade de publicidade e to amando essa loucura. Trabalho há 5 anos no mesmo lugar, e namoro há 5 anos a mesma pessoa. Sinto muito a falta da minha mãe, mas eu era uma adolescente meio rebelde. Eu adoro chick-lit, comédias românticas, e essas coisas de mulherzinha. Adoro ir ao cinema, é como um evento sabe! Adoro cerveja e não frequento baladas eletrônicas.
Qual o trabalho exercido? Sou designer gráfica e arte finalista
Qual é a renda mensal (aproximada)? Eu recebo R$ 1.000,00 3- Você aprecia o que faz? Hoje em dia cansei, mas no fundo é o que eu sei fazer.
Se pudesse, trocaria de profissão? Sim, queria ser qq outra coisa menos arte finalista.
O que mais lhe agrada em seu trabalho? E o que mais desagrada? O que me agrada é ver o trabalho pronto, e o cliente feliz, e o desagrada é quando não reconhecem teu esforço e nem te agradecem pelo bom trabalho.
É satisfatório receber seu salário no fim do mês? Acha que merecia mais ou o que recebe é suficiente? Eu com certeza merecia mais, mas a empresa onde trabalho é pequena então eu sei que meu salário não vai subir.
Se pudesse definir seu trabalho em apenas uma palavra, qual seria? Concentração
Você se sente realizado em seu trabalho? Na maioria dos dias sim
Você se sente livre para opinar e ser criativo em seu trabalho? É como uma obrigação ser criativo.
Se sente motivado a chegar ao seu local de trabalho? Na maioria dos dias não, mas depois alguma coisa acaba compensando.
http://www.thelittlethings2you.blogspot.com.br/

Depois de ler cada palavrinha que essas lindas escreveram (sou suspeita, porém; elas são irmãs para mim), dá pra notar as diferenças, não? Temos uma trabalhadora autônoma que ama o que faz, uma que não ama, mas não se arrepende, uma que ama mais do que tudo e uma que não se sente completamente realizada com o que faz. Você é capaz de identificar cada uma delas?
Não sei se gostaram do que eu fiz, mas foi uma experiência diferente. Eu mesma, inspirada, responderei ao questionário agora mesmo. Veja.

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EU

Oi, eu sou a Laís. Tenho 23 anos, quase 24, moro com minha mãe e irmã, e a cachorra que mais amo e que mais me atazana no mundo. Sou funcionária pública municipal, concursada. Já trabalhei na área da Enfermagem e realmente gosto dela, mas não é minha primeira escolha de profissão. Quero mesmo trabalhar com escrita. Isso eu amo. Escrevi um livro, mas nunca mandei para editoras; falta a coragem. Quem quiser ler é só falar, ele está lindo e registrado. Não sou muito sociável; prefiro ficar em casa vendo filmes e comendo porcarias do que sair para baladas ou coisa assim. Amo ler, escrever, super viciada em filmes e séries, e não vivo sem música. Resuminho, é isso.
Qual o trabalho exercido? Sou um tipo de secretária, não consigo definir exatamente o que faço.
Qual é a renda mensal (aproximada)? Um salário mínimo. Aceito doações.
Se pudesse, trocaria de profissão? Sim! É meu sonho trabalhar com a área jornalística ou algo assim, me sentiria bem mais feliz.
É satisfatório receber seu salário no fim do mês? Acha que merecia mais ou o que recebe é suficiente? É, e não é. A parte boa é saber que você vai ter aquele montante, mas quando vê no extrato bancário a quantia, desanima.
Você se sente realizado em seu trabalho? Não. Absolutamente não.
Se sente motivado a chegar ao seu local de trabalho? Não. Já teve dias em que tomei remédios para minha pressão cair e eu não sair de casa. Tem dias que durmo chorando, porque na manhã seguinte irei para um lugar no qual não me sinto bem. Frustração define.

E você, o que acha? Meu nome é Laís, e de vez em quando estou aqui. Até.

Welcome to the gay world

Publicado 13 de março de 2013 por Laís Maria

Welcome to the gay world!

Várias series têm personagens homossexuais (do dicionário, “que sente atração sexual por pessoas do mesmo sexo”). Pensando nisso, decidi fazer uma listinha básica de personagens gays que amamos (odiar, às vezes)

Emily Fields (Shay Mitchell), de Pretty Little Liars: Emily é a liar mais irritante, opinião pessoal, mas devo admitir que admiro a coragem dela em se assumir perante todos. E mais, ir ao baile de Halloween com a namorada vestida com cartola! Palmas, Emily.

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Blaine Anderson (Darren Criss), de Glee: o fofinho Blaine é um dos gays que as meninas ~piram~ de tão lindo que ele é. Eu, particularmente, não gosto dele tanto assim.

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Kurt Hummel (Chris Colfer), de Glee: Lady Hummel! Kurt entra na lista do “sou gay, admito, dane-se você” e eu o amo por isso. Se assumiu, foi Prom Queen e fez piada disso, namora(va) Blaine. Bravo, mr. Hummel.

Santana Lopez (Naya Rivera), de Glee: a mean girl de Glee também se assumiu gay perante os amigos e a família, namorou Brittany até que esta repetiu de ano e ficou na cidade, enquanto Santana se mudava para fazer faculdade. A diva bate o cabelo em você. 

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Renly Baratheon (Gethin Anthony), de Game of Thrones: alguns dizem que o homossexualismo do Renly fica nítido nos livros. Eu, particularmente, não pensaria nele dessa forma se não fosse a série da HBO fazer disso um grande achado. BUT, gay ou não, eu continuo amando o irmão mais novo de Robert Baratheon.

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Marc St. James (Michael Urie), de Ugly Betty: ele ama aterrorizar a pobre Betty, é fashion e sabe tudo sobre moda. Marc é o típico personagem que se ama odiar. Particularmente, eu o amo. Em todas as suas pequenas maldades, Marc dá aquele toque pessoal e acaba transformando tudo em brilho e purpurina. 

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Alexis Meade (Rebecca Romijn), de Ugly Betty: ela era homem, fingiu a própria morte e voltou como mulher. Alexis é a prova de que podemos conseguir o que desejamos… Se tivermos muita grana para isso.
Louis McManus (Michael Urie), de Partners: Michael Urie tem um talento incrível. Depois de Marc, ele volta com meu segundo gay favorito. Louis, um arquiteto que namora um enfermeiro (a quem se refere sempre como médico) e trabalha com seu melhor amigo de infância.

Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw), de Grey’s Anatomy: coloco as duas na mesma sentença porque elas são uma. “Calzona”, como os shippers chamam o casal mais lindo das séries.

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p.s. 1: Se esse post ofendeu alguém, sinto muito.

p.s. 2: os gifs não deveriam estar estáticos. Mals ae, um dia eu aprendo a mexer com essas coisas.

(Sem Título)

Publicado 12 de março de 2013 por Laís Maria

Alguns dizem que o verdadeiro amor nunca morre. Outros, que o verdadeiro amor nem existe. Mas o amor do qual eu falo não é aquele físico, que faz sua respiração acelerar e seu corpo suar quando aparece. Não. O amor do qual eu falo é aquele cujo sentimento é maior do que qualquer coisa no mundo. Amor fraternal. Para mim, esse é o maior amor que existe. Mas, como todos os outros tipos de amor, ele não dura para sempre. E quando acaba ele deixa um buraco enorme dentro do peito. Um buraco que não é preenchido por nada, por ninguém.

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Bucket List. Sort of.

Publicado 30 de janeiro de 2013 por Laís Maria

Lista de coisas que você precisa ver, ler ou ouvir antes de morrer. Dê uma chance.

LIVROS:
– A Série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, George Martin. Para quem curte ler, porque os livros são bem extensos.
– Zodíaco, Robert Graysmith. Sou fascinada por serial killers, shut up.
– O Menino do Pijama Listrado, John Boyne. A inocência das crianças, uma amizade muito estranha, os estragos que a ambição do homem faz às pessoas. Perfeito.
– Qualquer coisa do Harlan Coben. Especialmente “Não conte a ninguém” e Cilada”. Sério, leiam Cilada, eu li duas vezes ~morre~
– Os Crimes ABC. Ou qualquer de Agatha Christie.

FILMES / SÉRIES
– Zodíaco. Vale a pena.
– Quero ser John Malkovich. O filme é estranho, super complicado de se entender, mas muito bacana. Cameron Diaz simplesmente arrasa.
– Simplesmente Amor. Natal na Inglaterra, época linda, histórias que se conectam de uma maneira mágica.
– Idas e Vindas do Amor e Noite de Ano Novo. Seguindo o estilo de Simplesmente Amor, os filmes tomam histórias que se cruzam no dia dos namorados e na véspera de ano novo. Recomendo ambos, certamente.
– Os Outros. Se você curtir suspense.
– How i Met Your Mother. Porque o Ted finalmente vai conhecer a bendita mãe.
– Os Miseráveis. Nem vi ainda, mas choro só de ouvir Anna Hathaway cantando “I dreamed a dream”. Juro.
– Don’t Trust the B—- in Apartment 23. Vai rir, sério.
– 2 Broke Girls. Vai rir, sério +1
– Melissa & Joey. Também vai rir u.u

MÚSICA: Ai cara, são tantas. Recomendar bandas e tal: Taylor Swift, Katy Perry, Lykke Li, Muse, Cascada, Ingrid Michaelson… Sim sou do pop e daí? Carly Rae Jepsen, Jessie J… Ai cansei. Ouve aí.

 

Tem mais coisas, mas a preguiça não deixa. AI, boa, risque a preguiça da sua lista e vá ler e ver as coisas que indiquei, bitch. Au revoir.

Por mais que eu tente explicar…

Publicado 30 de janeiro de 2013 por Laís Maria

É, eu disse que ia voltar a escrever, eu disse que ia fazer muitas coisas. Aí eu penso em várias frases de efeito, vários textos pra postar, mas quando sento na frente do computador… tudo some. Então, às três e tanto da madrugada, cá estou.

Hoje pensei em uma frase. De certa forma, todos fomos feitos para sofrer. Precisamos apenas aceitar o sofrimento imposto e aprender a lidar com ele. Não sei se foi atribuída a alguém ou é minha mesmo, mas acredito nela. Quantas vezes você não passou por uma situação, aquela situação mais cabeluda do que o cachorro do Cebolinha, e pensou em jogar tudo pro alto e mandar um “foda-se” para o mundo? Quantas vezes quis largar tudo e virar vendedor de DVD pirata (nada contra, por favor me torne um cliente.). O ser humano nasceu para sofrer. E quando pensa que tudo está bem, sofre de novo. Conversando com uma pessoa outro dia, eu cheguei à conclusão de que é isso. A vida te fode. A vida te bota pra baixo. O que você diz a ela? Nada. Se você falar com a vida, vão te trancar em um sanatório e não é legal, been there.

Enfim, tem uma música de uma banda bacana, CW7, que diz mais ou menos Se tudo está estranho e você não sabe para onde ir, não se deixe levar, cuidado quem você vai ouvir. A sua arma é a coragem, e é com ela que você vai lutar. Nunca passe pelos outros, você não é melhor que ninguém! Siga a sua intuição, escolha o seu caminho, acredite em você mesmo, faça o que for preciso. Siga a sua intuição, escolha o seu caminho, basta acreditar que você não vai perder. Trecho longo, mas ótima música. Alias, eles têm ótimas músicas, mas não é o caso.

The thing is, quando a vida quiser te ver pra baixo, sacode a poeira, dá a volta por cima e manda a vida pro inferno. Se ela já estiver lá, mande ela pedir um Martini, ler uma revista e ouvir qualquer boy band ridícula enquanto ela se fode. Mas não deixe ela te foder. E isso vem de uma pessoa completamente quebrada. Au revoir.

Contagem de Corpos – Trecho

Publicado 27 de dezembro de 2012 por Laís Maria

Um pequeno trecho do livro. Não conto em que parte ele se situa, mas lê aí.

Ela olhou a caixa e balançou-a, curiosa. A caixa fez um barulho oco, como se pequenos objetos estivessem soltos dentro dela. Natália desembrulhou o pacote e, sobre a tampa, havia uma carta, escrita em computador. Ela abriu-a e leu em voz alta.

– “Caros senhores e senhorita, digníssimos trabalhadores e defensores da paz da pequena cidade de Porto das Estrelas. É com muito prazer que me dirijo a vocês através desta carta. Vocês devem entender, por favor, que minha identidade é algo que preservo muito bem. Prova disso é que vocês, até hoje, não descobriram quem realmente está matando essas mulheres. Bem, aqui vai um presentinho a vocês. Espero que façam bom uso deles, pois planejo adquirir novos itens para minha coleção. Vocês logo ouvirão falar de mim novamente. Atenciosamente.” O canalha teve a cara de pau de escrever uma carta?
– Eu fico imaginando o que tem dentro dessa caixa… – disse Felipe, olhando a caixa.
– E eu. – disse Bruno
– Então não vamos esperar. – disse Natália, colocando as mãos sobre a tampa da caixa.
Todos pareciam tensos a ponto de explodir. As atenções se voltavam à pequena caixinha, a carta esquecida nas mãos de Natália. Ela puxou a tampa e todos ficaram boquiabertos.
Dentro da caixa, oito dedos anelares que pertenciam, certamente, às quatro vitimas encontradas até o momento.

Retrospectiva 2012

Publicado 27 de dezembro de 2012 por Laís Maria

2012 foi um ano bem… atípico. Rolou de tudo: festas, faculdade, surtos, hospitais. Livros. Mais livros. E mais livros. Ufa! Vou tentar fazer um resumo de como foi este ano para mim. M-I-M.

Em janeiro, tive um surto psiquiátrico e, após avaliações, decidiram me internar em uma clínica de repouso. Não, eu não tenho vergonha em falar disso, foi uma fase que me ensinou muito. Depois de sair da tal clínica, voltei a trabalhar e entrei na tão sonhada faculdade de História… que no fim, não era tudo o que eu pensava. Fim dessa história: larguei a faculdade. Again. Então, comecei a escrever um livro e, por mais incrível que pareça, ele foi finalizado. Acabei de chegar do Correio, postei ele para a BN e espero que saia algo daí. Eba eba,

Não namorei. Não fiquei com ninguém. Em compensação, li mais de 10 livros. Uma média baixa, sim, mas leve em conta que alguns deles têm mais de 500 páginas. Comece a série de livros “A Song of Ice and Fire”. Apaixonada. Comecei a série “Game of Thrones”. Não sei o que dizer. Fui ver Procurando Nemo em 3D; apaixonada. Mudei de quarto. O meu é maior e todo fofo. Fiz novas amizades. Não discuti com nenhuma amizade antiga.

Aprendi muito em 2012. Aprendi com erros e com acertos. Aprendi a fazer as coisas da maneira certa e da maneira errada. Aprendi que os erros levam aos acertos, mas nem sempre acertar significa ser o melhor em algo. Aprendi que a vida é feita de obstáculos, que os odiamos, mas que podemos superá-los.

2013, venha me surpreender. E ainda acho que os Maias erraram ao fazer as contas.

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